trupeolhodarua@gmail.com

8 de dezembro de 2015

10ª Mostra Lino Rojas de Teatro de Rua

A Trupe Olho da Rua apresentará o espetáculo "BLITZ - O Império que Nunca Dorme" dia 10 de dezembro às 15h no Boulevard da Av.São João no Centro de São Paulo.









































Reunindo 11 grupos de São Paulo em apresentações no Centro e Zona Leste da cidade, a 10ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas acontece entre os dias 10 e 13 de dezembro, de quinta a domingo. Todas as vertentes do teatro popular de rua são contempladas no evento, garantindo muito humor, música, circo-teatro e diversão.
Os espetáculos são apresentados em lugares públicos, privilegiando os transeuntes. Neste ano, ocorrem no Boulevard Av. São João, (Centro, nos dias 10 e 11), na Praça do Casarão (Vila Mara, Zona Leste, no dia 12) e no Centro Cultural Arte em Construção (Cidade Tiradentes, Zona Leste, no dia 13). A programação pode ser acessada pelohttp://mtrsaopaulo.blogspot.com.br.

Participam desta edição Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas os seguintes grupos: Eita Ação Cultural (Mirar, Migrar), Trupe Olho da Rua (Blitz – O Império Que Nunca Dorme), Nativos Terra Rasgada (Rua Sem Saída), Coletivo de Galochas (Revolução das Galochas), Companhia Teatro dos Ventos (Balaio Liberta), Companhia Estudo de Cena (Guerras Desconhecidas), Cia. Os Inventivos (Azar do Valdemar), Teatro de Rocokóz (Um Show de Variedades Palhacísticas), Grupo Teatral Engasga Gato (João de Barros – Mais Uma Brincadeira Poética), Companhia Estável de Teatro (A Exceção e a Regra) e Circo Teatro Rosa dos Ventos (Hoje tem Espetáculo!!!).
Em 2015, a Mostra tem como tema Ocupações: pelo Direito à Moradia, Educação e Cultura, indo de encontro ao atual momento vivido pelos movimentos sociais e culturais, que propõem a criação de leis ao poder público que contemplem demandas geradas pela sociedade civil, bem como à intensa mobilização gerada pelos estudantes contra a “reorganização das escolas estaduais” proposta pelo Governo do Estado de São Paulo. Além de homenagear as Ocupações Artísticas e Culturais, a Mostra será também espaço para debates acerca desses temas. As ocupações bem como os coletivos por elas responsáveis lutam para oferecer uma programação continuada, gratuita, realizando um importante trabalho social e político ao atender demandas sociais por meio de oficinas culturais, apoio escolar, acompanhamento psicopedagógico e formação profissionalizante, além de disponibilizar bibliotecas e espaços para apresentações, reuniões e debates.
A Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas faz parte do calendário do teatro de rua do Estado de São Paulo, além de integrar também o roteiro nacional. Sua realização é crucial para o público, a cidade, o estado e o país, atingindo centenas de pessoas que interrompem suas trajetórias para os assistirem aos espetáculos. Outro aspecto fundamental é a mobilização, a organização dos artistas de rua que fazem do evento um momento de encontro, troca de experiências, discussão de agendas políticas para o segmento e propostas de intercâmbios. Para o Movimento de Teatro de Rua, a Lino Rojas é o exercício de “Direito à Cidade”. Sendo realizada com verbas públicas, mas pela sociedade civil organizada, a Mostra dá voz a um segmento cultural antes marginalizado, promove a celebração da arte em espaços públicos e privilegia uma produção popular e engajada.
Sobre o MTR/SP
O Movimento de Teatro de Rua de São Paulo, desde 2002, agrega diferentes grupos e companhias, pensadores e afins que defendem a existência de políticas públicas permanentes para garantir a continuidade de pesquisa, produção e circulação do teatro de rua. O Movimento propõe ações reflexivas em âmbito nacional e regional sobre a relação do teatro de rua com as cidades, defendendo o espaço público aberto como local de criação, expressão e encontro. O MTR-SP busca um novo significado para esses espaços, dando-lhes vida por meio da arte, retirando as pessoas, ainda que por alguns momentos, do ritmo urbano acelerado e lhes permitindo a distração, o riso, o sonho e a crítica; coisas que a arte propicia. Há 10 anos realiza a Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo que, em 2015, chega à décima edição
Programação
10ª Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas
  • 10 de dezembro – quinta feira
Local: Boulevard Av. São João – Centro
11h – Eita Ação Cultural
Espetáculo: Mirar, Migrar
Sinopse – O espetáculo de teatro de rua Mirar, Migrar conta, e canta, a história de um povo trabalhador em busca de uma vida melhor. Uma trupe mambembe retrata a migração de gente simples, do campo, para a tão sonhada “Cidade Progresso”. A encenação lança um olhar crítico e poético sobre histórias pessoais e coletivas. A necessidade pela sobrevivência, os sacrifícios, a tomada de decisão, os desejos, a despedida, a descoberta de uma nova realidade, questionamentos, a repressão e a vontade de seguir em frente são elementos que compõe a encenação. Mirar, Migrar propõe uma reflexão sobre as formas de opressão, pautadas principalmente na exploração da mão de obra que se perpetuam no tempo.
Ficha técnica – Concepção, dramaturgia e interpretação: Abmael Henrique, Fagner Saraiva, Juliana Leitoles e Michelle Lomba. Direção artística: Cléber Pereira Borges. Preparação corporal e vocal: Gabriel Bueno. Orientação musical: Bebê do Góes. Preparação circense: Rafael Napoli. Figurinos, cenário e adereços: Abmael Henrique. Direção de cena: Victor Gally. Foto e vídeo: Gislaine Costa (Imagis, Giza). Duração: 50 min. Classificação: Livre.
15h – Trupe Olho da Rua
Espetáculo: Blitz – O Império Que Nunca Dorme
Sinopse – O espetáculo simboliza pela ótica da sátira com elementos e signos que representam o poder opressor do Estado e da mídia corporativa, resignificando o que está posto escamoteado pelo senso comum na intenção de ressaltar a potencialidade estética e dramatúrgica do que nos é apresentado como comum no dia a dia.
Ficha técnica – Criação Coletiva. Direção: Caio Martinez Pacheco. Atores: Bruna Telly, Caio Martinez Pacheco, Fábio Piovam, João Paulo T. Pires, João Luiz Pereira Junior, Raquel Rollo, Sander Newton, Victor Fortes e Wendell Medeiros. Equipe técnica: Fernanda Venturini. Direção musical, figurino e cenário: Trupe Olho da Rua. Produção: Raquel Rollo e Caio Martinez Pacheco. Iluminação: Deus ou o Sistema Solar. Duração: 60 min. Classificação: livre.
16h30 – Nativos Terra Rasgada
Espetáculo: Rua Sem Saída
Sinopse – Rua sem Saída faz uma “despretensiosa” comparação entre cidade e cemitério, uma brincadeira entre os mundos, abordando questões dos vivos, seres urbanos que sobrevivem com fome, sem moradia e sem saúde. Os mortos eternizados em suas relações institucionais reproduzem seus hábitos e tentam repelir tudo que é vivo, mutável. As diferenças entre os mundos geram um conflito de interesses, e questões como ética, filosofia, religião e relações de poder são postas à prova movendo os vivos e os mortos, promovendo mudanças. Uma comédia com uma dose de fantasia de 55 minutos de duração, com músicas ao vivo e uma séria discussão sobre onde vamos parar.
Ficha técnica – Coordenação de pesquisa e direção geral: Flávio Melo. Dramaturgia: João Bid. Direção musical: Jonicler Real. Cenário: Adriano Gianola. Figurino: Talita Santos. Visagismo: Alessandra Rodrigues. Melodias: Gita e Rodrigues Zanetti. Fotografia: Juliana Prestes. Produção: Nativos Terra Rasgada. Duração: 50 min. Classificação: livre.
18h – Coletivo de Galochas
Espetáculo: Revolução das Galochas
Sinopse – Inspirada no livro Não Verás País Nenhum, de Ignácio Loyola Brandão, a peçaRevolução das Galochas cria o retrato de um Brasil futuro, uma sociedade violenta e ditatorial regida pelo consumo, trabalho e poder. Dentro dessa distopia acompanhamos as personagens em busca de novas formas de resistência e organização social. O espetáculo conta com músicas cantadas ao vivo e uma pequena bateria de samba, a Batelocha.
Ficha técnica – Direção: Daniel Lopes. Dramaturgia: Jéssica Paes e Rafael Presto. Arranjos e direção musical: Antonio Herci. Elenco: Daniel Lopes, Diego Henrique, Jéssica Paes, Jhenifer Santine, Mariana Guimarães e Rafael Presto. Figurino: Diego Henrique e Rafael Presto. Cenografia: Raquel Morales. Iluminação: Coletivo de Galochas. Duração: 70min. Classificação: Livre
  • 11 de dezembro – sexta feira
Local: Boulevard Av. São João – Centro
11h – Companhia Teatro dos Ventos
Espetáculo: Balaio Liberta
Sinopse – A peça fala sobre a Revolta dos Balaios ocorrida no Maranhão em 1838, numa lúdica abordagem à esta importante revolta e seus significados para o Brasil de hoje. A partir da história do personagem fictício João Caboclo, um homem inconformado, pois viu tudo que possuía lhe ser tomado, se junta à revolta dos balaios. A Cia Teatro dos Ventos, formada em 2000, é um grupo autônomo de pesquisa teatral cujas características são: um forte compromisso crítico, o olhar sobre as questões históricas por um recorte materialista e as ininterruptas pesquisas acerca das técnicas e estéticas teatrais.
Ficha técnica – Texto e direção: Luiz C. Checchia. Elenco: Camila Costa Melo e Iohann Iori Thiago. Músicas: Cia Teatro dos Ventos. Direção musical: Mizael Alves e Rafael Plaza Domingues. Duração: 50 min. Classificação: livre.
14h – Cortejo Artístico
Saída às 14h do Boulevard Av. São João em direção ao Theatro Municipal de São Paulo e Câmara Municipal. Na sequência, bate-papo sobre as ocupações culturais e de moradia na cidade de São Paulo.

18h – Companhia Estudo de Cena
Espetáculo: Guerras Desconhecidas
Sinopse  Guerras Desconhecidas apresenta três guerras brasileiras que não aparecem na história oficial do país.  O espetáculo é composto de um prólogo (cena de realismo fantástico) e três atos: Guerra do Pau-de-Colher (comédia), Guerra de São Bonifácio (drama épico) e Guerra do Gatilheiro Quintino (ato lírico). A narrativa é conduzida por Lampião, Zapata, Pantera Negra e Santa Dica, personagens do imaginário social do nosso continente.
Ficha técnica – Concepção e produção: Companhia Estudo de Cena. Direção e dramaturgia: Diogo Noventa. Elenco: Anderson Oliveira, Cau Peracio, Juliana Liegel, Marilza Batista, Nei Gomes e Roberto Kroupa. Produção executiva: Juliana Liegel. Direção musical: Iraci Tomiato, Juh Vieira, Lucas Vasconcellos, Vinícius Hoffman e Roberto Kroupa. Direção de arte: Valter Mendes. Assitente de arte: Danielly Abreu. Confecção do painel histórico: Marina Moll. Arte gráfica: Marcelo Berg. Xilogravura: Eduardo Ver. Foto/vídeo: Fernando Solidade. Motorista: Carlos Veloso (Carlão). Apoio: Engenho Teatral. Duração: 90 min. Classificação: 14 anos.
19h30 – Cia. Os Inventivos
Espetáculo: Azar do Valdemar
Sinopse – Uma trupe de artistas mambembes conta a história do desaparecimento de Valdemar e, junto com o público, tenta recriar a sua trajetória. Azar do Valdemar encerra aTrilogia dOs Inventivos, livremente inspirada no romance Viva o Povo Brasileiro, de João Ubaldo Ribeiro. Nesta peça desenvolve, por meio do teatro, informação sobre os sequestrados pelo estado policial que vigora no país, denunciando simbolicamente as injustiças do corpo social fragmentado pela violência. Inspirando-se em características do teatro de variedades, o espetáculo tenta construir novas abordagens que, por meio do estético, mostrem como as relações humanss se constituem. Os Inventivos criam mais um espetáculo-rapsódia da gente brasileira, iniciado no Canteiro, revelado em Bandido É Quem Anda em Bando e manifestado em Azar do Valdemar
Ficha técnica – Concepção: Cia. dos Inventivos. Atores-criadores: Aysha Nascimento, Flávio Rodrigues e Marcos di Ferreira. Músico-criador: Adilson Fernandes. Direção: Edgar Castro. Assistente de direção: Daniela Rosa. Dramaturgia: Jé Oliveira. Orientação da pesquisa: Alexandre Mate. Direção musical e música original: Rodrigo Mercadante. Preparação corporal e direção de movimento: Verônica Santos. Preparação vocal: Raniere Guerra. Preparação dos atores: Antônio Salvador. Treinamento palhaço: Esio Magalhães. Cenário e luz: Wagner Antônio. Brincante figurinista e aderecista: Cleydson Catarina. Maquiagem: Guto Togniazzolo. Desenho de som: Miguel Caldas. Fotos: Bob Sousa, Christiane Forcinito e André Murrer. Produção: Ana Flávia Rodrigues. Duração: 70 min. Classificação: livre.
  • 12 de dezembro – sábado
Local: Praça do Casarão / Vila Mara – Zona Leste
Ao lado da estação de trem Vila Mara/Jardim Helena
11h – Teatro de Rocokóz
Espetáculo: Um Show de Variedades Palhacística
Sinopse – Uma família de saltimbancos estaciona sua carroça e abre a roda para apresentar ao público o seu “menor maior espetáculo da terra” que traz várias atrações incríveis: A Besta Fera! O Mago do Eterno Silêncio! O Acróbata Anônimo! A Malabarista do Nilo! A Pequena Dramalhona! O Acróbata Anônimo! A Cantora Lírica! E o mais inacreditável número de Altíssimo Risco
Ficha técnica – Roteiro e direção: Teatro de Rocokóz. Atores: Carlos Biaggiolli, Ciléia Biaggiolli, Julia Biaggiolli, Davi Biaggiolli e Laura Biaggiolli. Produção geral: Teatro de Rocokóz. Duração: 50 min. Classificação: livre
14h – Debate: Ocupações culturais e de moradia na cidade de São Paulo
Local: Praça do Casarão
18h – Grupo Teatral Engasga Gato
Espetáculo: João de Barros – Mais Uma Brincadeira Poética
Sinopse – O enredo envolve uma menina avoada, um contador de histórias e um desinventor de objetos. Os quatro estão a bordo de uma carroça equipada apenas com o necessário para realizar grandes despropósitos. Eles embarcam numa aventura que inicia numa manhã desabrochada pelo canto dos pássaros e só termina depois que o dia envelheceu.
Ficha técnica – Direção e adaptação: Poliana Savegnago. Elenco: Fausto Ribeiro, Gabriel Galhardo, Monalisa Machado e Fernanda Sotto. Direção musical: Márcio Bá. Cenário e figurino: Grupo Engasga Gato e Zezé Cherubini. Cenário: Grupo Engasga Gato. Produção: Grupo Engasga Gato. Duração: 45 min. Classificação: Livre. Duração: 45 min.
  • 13 de dezembro – domingo
Local: Centro Cultural Arte em Construção – Zona Leste
Av. dos Metalúrgicos 2.100. Cidade Tiradentes
11 h – Companhia Estável de Teatro
Espetáculo: A Exceção e a Regra
Sinopse – Uma pequena caravana participa de uma corrida em direção à cidade de Urga. A expedição que chegar primeiro ganha como prêmio uma concessão para explorar petróleo. Durante a viagem eles são expostos à realidade da relação entre explorador e explorado, assim como aos mecanismos que legitimam o abuso de um e a submissão do outro.
Ficha técnica – Texto: Bertolt Brecht. Direção: Renata Zhaneta. Elenco:  Daniela Giampietro, Juliana Liegel, Luiz Calvvo, Miriele Alvarenga, Nei Gomes, Osvaldo Pinheiro, Sérgio Zanck, Paula Cortezia e Zeca Volga. Núcleo de trabalho para dramaturgia: Andressa Ferrarezi, Daniela Giampietro, Nei Gomes e Maurício Hiroshi. Tradução: Alexandre Krug. Direção musical: Sérgio Zanck. Provocadores em processo de montagem: Calixto de Inhamús e Fábio Resende. Teatro dialético e dramaturgia: Sérgio de Carvalho. Músicas: Osvaldo Hortencio e Sérgio Zanck. Cenário e adereços: Valter Mendes e Dani Abreu. Figurino: Kath Ulian. Maquiagem: Dani Ferrarezi. Produção: Nei Gomes. Duração de 60 min. Classificação: livre. 
15h – Circo Teatro Rosa dos Ventos
Espetáculo: Hoje tem Espetáculo!!!
Sinopse  Hoje Tem Espetáculo!!! é a primeira montagem do grupo; um trabalho criado a partir dos clássicos de palhaço, números, entradas e piadas que são vistas no circo há pelo menos 200 anos. As cenas e números de circo são adaptações livres do Rosa dos Ventos e trazem a marca de seus palhaços verborrágicos, verdadeiros nas relações, improvisadores e provocadores da participação popular. O jogo envolve o público antes mesmo de o espetáculo começar – já na montagem de cenário, na troca de roupas, no aquecimento, na passagem de som, na maquiagem -, terminando com um músico nada normal e quatro palhaços se revezando nas funções de artistas de circo. O público é convidado a entrar no picadeiro e, em alguns momentos, é o personagem principal da roda. Malabaristas, atiradores de faca, palhaços, cenas de pura comédia dão forma ao espetáculo de rua que mantém as contradições do sublime e do grotesco, presentes no imaginário coletivo do circo como universo fantasioso e mágico.
Ficha técnica – Adaptação: O Grupo. Linguagem: circo e teatro de rua. Elenco: Gabriel Mungo, Luis Valente, Fernando Ávila e Tiago Munhoz. Músico: Robson Toma. Duração: 50 min. Classificação: livre
Informações – Mostra de Teatro de Rua Lino Rojas
Tel: (11) 2285-7758 – http://mtrsaopaulo.blogspot.com.br/

Um comentário:

  1. Claro que não foi o político Antônio Anastasia (Anastasia foi quem "montou" aqui em BH uma Sala própria de Orquestra -- da Filarmônica de Minas, com a melhor acústica do Brasil; melhor que a Sala São Paulo). Quem acabou com o Balé Jovem do Palácio das Artes -- BH --, foi o PETISTA Pimentel...

    E, por outro lado, quanto ao (muitas vezes “esquecido” dos blogs…): LULOPETRALHISMO:

    Lula é um perigo para a volta à normalidade, lula é o atraso e o prejuízo. Um homem mentiroso VIGARISTA, PeTralha e Picareta.

    Lula é incompetente, foi incompetente quando apostou naquela mulher ignorante em ECONOMIA cujo nome é Dilma Rousseff.


    A pseudoesquerda, certamente. Hipocrisia publicitária e pura propaganda. Já está fazendo Campanha (infiltrado nos blocos de Carnaval, disfarçado).

    ResponderExcluir

Agradecemos o interesse por nosso trabalho, acompanhe a programação!
trupeolhodarua@gmail.com

Abraços

Trupe Olho da Rua